Alerj aprova aumento da alíquota previdenciária dos servidores

Votação nesta quarta-feira (24) foi marcada por manifestações; do lado de fora servidores entraram em confronto com a PM e a Força Nacional
(Fotos: Reprodução/ Facebook)
   Deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovaram, com 39 votos favoráveis e 26 contrários, o aumento da alíquota de desconto dos servidores públicos de 11% para 14%. As galerias permaneceram vazias, por determinação da Mesa Diretora da Casa. 

   Os deputados incluíram no projeto a garantia de que o aumento da alíquota entrará em vigor, após a quitação dos pagamentos atrasados dos servidores. Mesmo sob licença médica, o presidente Jorge Picciani (PMDB) presidiu a sessão. 

   Do lado de fora, ao mesmo tempo em que os deputados aprovavam o texto básico da medida, bombas de efeito moral foram jogadas contra manifestantes, pela tropa da Polícia Militar, com ajuda da Força Nacional de Segurança. 

   Manifestantes foram impedidos de entrar no prédio pela porta dos fundos e tentaram virar um carro da Alerj. Eles foram dispersados pela tropa da Polícia Militar com uso de bomba de efeito moral. Outro grupo permaneceu na frente da Alerj. 

   Os deputados prosseguiram com as votações de destaques na tentativa de emendar o texto original. O governo do estado defende a votação do projeto como forma de equilibrar a situação fiscal do Rio de Janeiro, principalmente na questão da previdência pública dos servidores.

   A economia do estado foi duramente afetada nos últimos anos por causa da redução no valor do barril do petróleo e pela perda de royalties, que enfraqueceu os caixas do estado e dos municípios. Isso ocasionou um desequilíbrio nas contas, e atraso nos pagamentos dos servidores e fornecedores.

Favoráveis ao aumento:

Ana Paula Rechuan (PMDB)
André Ceciliano (PT)
André Corrêa (DEM)
Aramis Brito (PHS)
Átila Nunes (PMDB)
Benedito Alves (PRB)
Carlos Macedo (PRB)
Chiquinho da Mangueira (PTN)
Cidinha Campos (PDT)
Coronel Jairo (PMDB)
Danielle Guerreiro (PMDB)
Dica (PTN)
Dionísio Lins (PP)
DR. Deodalto (DEM)
Dr. Gotardo (PSL)
Edson Albertassi (PMDB)
Fábio Silva (PMDB)
Fatinha (SDD)
Figueiredo (PROD)
Geraldo Moreira (PTN)
Geraldo Pudim (PMDB)
Gil Viana (PSB)
Gustavo Tutuca (PMDB)
Iranildo Campos (PSD)
João Peixoto (PSDC)
Jorge Picciani (PMDB)
Luiz Martins (PDT)
Marcos Abrahão (PT do B)
Marcos Vinicius (PTB)
Milton Rangel (DEM)
Nivaldo Mulim (PR)
Carlos Osorio (PSDB)
Paulo Melo (PMDB)
Rafael Picciani (PMDB)
Renato Cozzolino (PR)
Rosenverg Reis (PMDB)
Tia Ju (PRB)
Zé Luiz Anchite (PP)
Zito (PP)

Quem votou contra o aumento:

Bebeto (PDT)
Bruno Dauaire (PR)
Carlos Minc (sem partido)
Comte Bittencourt (PPS)
Dr. Julianelli (REDE)
Eliomar Coelho (PSOL)
Enfermeira Rejane (PC do B)
Flávio Bolsonaro (PSC)
Flavio Serafini (PSOL)
Gilberto Palmares (PT)
Jânio Mendes (PDT)
Jorge Felippe Neto (DEM)
Lucinha (PSDB)
Luiz Paulo (PSDB)
Marcelo Freixo (PSOL)
Márcio Pacheco (PSC)
Martha Rocha (PDT)
Paulo Ramos (PSOL)
Samuel Malafaia (DEM)
Silas Bento (PSDB)
Tio Carlos (SDD)
Wagner Montes (PRB)
Waldeck Carneiro (PT)
Wanderson Nogueira (PSOL)
Zaqueu Teixeira (PDT)
Zeidan (PT)

Ausentes e licenciado:

Filipe Soares (DEM): faltou;
Marcelo Simão (PMDB): faltou;
Marcia Jeovani (DEM): faltou;
Marcos Muller (PHS): faltou;
Pedro Augusto (PMDB): licenciado.

* Com informações da Agência Brasil

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