Branqueamento de pedras e espuma no Rio Pomba: problema persiste e causa ainda é mistério

Espuma e outras alterações começaram a ser observadas há cinco meses

(Foto: Reprodução/Aperibé Urgente)
   Há cinco meses, moradores querem entender o que está acontecendo com o Rio Pomba. Nem mesmo o retorno das chuvas mudou muito a situação do rio, que ainda apresenta espuma e pedras branqueadas.

   A situação tem sido observada em cidades como Aperibé e Pádua, mas também no distrito de Itapiruçu, em Palma, já no estado de Minas Gerais. Tanto órgãos ambientais do Rio de Janeiro como de Minas Gerais foram acionados. 

   Em Aperibé, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizou vistorias ainda no final de junho e informou que acompanha a situação junto às concessionárias. Nada mais foi informado à imprensa após isso. A redação também solicitou informações de outros órgãos, como o IBAMA e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), caso houvesse algum processo em tramitação, mas nenhum deles respondeu nossos questionamentos.

   Já as concessionárias de água, como a Águas do Rio e a Águas de Pádua/Fortaleza Ambiental, afirmaram que análises mostraram que não havia riscos e que o padrão da água tratada estava dentro das normas brasileiras.

   Especialistas da área ambiental, no entanto, ponderaram os laudos das concessionárias e defenderam exames mais apurados e sem conflitos de interesse.

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