Animal apresentava lesões de pele, sinais de doença e permanecia junto às próprias fezes
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| (Fotos: Reprodução/36º BPM) |
No local, a guarnição, acompanhada por um veterinário da Vigilância Sanitária, constatou que o animal estava acorrentado, com restrição de movimentos, em ambiente insalubre, sem acesso a água e alimento. O cachorro apresentava lesões de pele, sinais de doença e permanecia junto às próprias fezes, caracterizando situação de maus-tratos.
A responsável pelo imóvel, uma mulher de 63 anos, foi conduzida à 137ª Delegacia de Polícia, onde foi registrado o caso com base no artigo 32, §1º-A, da Lei 9.605/98, que trata dos crimes ambientais. Após os procedimentos legais, ela foi liberada mediante assinatura de termo circunstanciado.
O animal - apelidado de Pitoco - foi recolhido pela Vigilância Sanitária e encaminhado para uma clínica veterinária conveniada à Prefeitura de Miracema, onde receberá atendimento e cuidados necessários. O local passou por perícia para auxiliar nas investigações.

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