Moradora de Itaocara perde R$ 4 mil no golpe da falsa Defensoria; golpistas fizeram contato com outro morador

Estelionatários se passam como servidores da Defensoria Pública, marcam reunião e pedem informações, como dados bancários

(Foto enviada por leitor)
    Imagine você aguardar um processo que tramita na Justiça e finalmente receber uma mensagem da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) pelo WhatsApp dizendo que saiu o alvará de liberação da indenização a ser recebida. Você confia, afinal, sabem seu nome, seu número de telefone e até o seu processo que você aguarda ansiosamente o desfecho. A partir daí, você recebe um link para uma reunião com a Defensoria e o Superior Tribunal para confirmação dos seus dados. Tudo parece certo. Poucas correções simples: alguns dados bancários, necessários para receber a indenização. Nem parece ser um golpe, mas é!

    Foi assim que os estelionatários se passando por servidores da Defensoria Pública fizeram uma vítima em Itaocara. O prejuízo dela foi de R$ 4 mil.

    Outro morador também recebeu o contato. Tudo muito bem planejado. Mas o filho foi quem participou da reunião e percebeu que seria o golpe da falsa Defensoria.

    Os estelionatários mudaram um pouco o modus operandi, mas o esquema continua bastante semelhante ao já alertado pela própria Defensoria Pública no ano passado: criminosos que se passam por defensores públicos e contatam usuários por telefone, WhatsApp, SMS e e-mail. Em alguns casos, os golpistas utilizam nomes reais de defensores e adicionam assinaturas falsas ou imagens com o logotipo da Instituição para tentar enganar as vítimas.

   Para evitar cair no golpe, a principal recomendação é que os assistidos se comuniquem exclusivamente pelos canais oficiais da Defensoria Publica e lembrem-se de que a Instituição oferece assistência jurídica integralmente gratuita. Ou seja, se também alguém cobrar algum valor para a atuação do defensor, é golpe!

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